Penetração intratubular de cimentos endodônticos

18:09
RESUMO: 
Este estudo foi desenvolvido para avaliar a capacidade de penetração de diferentes cimentos endodônticos (Endo Fill, Sealapex, AH Plus e Pulp Canal Sealer) nos túbulos dentinários em dentes devidamente modelados e obturados. Foram utilizados 72 incisivos centrais superiores, os quais foram instrumentados no sentido coroa-ápice pela técnica de forças balanceadas. O comprimento de trabalho foi estabelecido a 1 mm do ápice radicular. Durante a limpeza e modelagem, todos os dentes foram irrigados com 10 ml de hipoclorito de sódio a 5,25%. Os dentes foram divididos em 4 grupos, sendo 1 para cada tipo de cimento. Estes grupos foram então subdivididos em função do uso ou não de EDTA a 17% previamente à obturação dos canais radiculares, para a remoção da lama dentinária. Todos os dentes foram obturados pela técnica da onda de condensação com cone médio calibrado. Após obturação, as raízes foram seccionadas no sentido mésio-distal e foi escolhida a secção de melhor qualidade visual. Estas foram então analisadas em microscopia eletrônica de varredura (MEV), sendo o foco de observação sempre a interface dentina/material obturador. Após obtenção das imagens, mensurou-se os prolongamentos dos cimentos para o interior dos túbulos dentinários. O cimento de Rickert (Pulp Canal Sealer) apresentou a maior capacidade de penetração nos túbulos dentinários, sendo os piores resultados apresentados pelo grupo em que se utilizou o Sealapex. Os resultados foram avaliados estatisticamente pelo teste de Spearman, o qual mostrou diferença estatisticamente significante (p £ 0,01) entre os grupos em que o EDTA foi utilizado.


Tratamento ortodôntico em pacientes com dentes reimplantados após avulsão traumática: relato de caso

16:58
Resumo:
Introdução: a alta prevalência de indivíduos com traumatismo dentário prévio ao tratamento ortodôntico justifica os cuidados a serem observados antes e durante o tratamento, considerando todas as implicações do movimento ortodôntico sobre os dentes traumatizados. Entre as lesões traumáticas dentárias, a avulsão com posterior reimplantação do dente é a que apresenta maior risco de complicações — como necrose pulpar, reabsorção radicular e anquilose —, sendo também a que inspira maiores cuidados pelo ortodontista. Objetivo: este trabalho busca, através do relato de um caso clínico, analisar as implicações do reimplante dentário após avulsão traumática, em pacientes que requerem tratamento ortodôntico. Conclusões: a movimentação ortodôntica de um dente reimplantado, após sua avulsão traumática, é possível desde que não
ocorra qualquer sinal de anormalidade. Porém, dentes que sofrem anquilose não são passíveis de movimentação ortodôntica, mas devem ser preservados como mantenedores de espaço, até a reabsorção total da raiz, desde que não apresentem infraposição severa. Ocorrendo infraposição severa do dente anquilosado, é indicada a amputação da coroa e o sepultamento da raiz, como meio de favorecer a manutenção do osso alveolar na região, pois ocorrerá reabsorção por substituição da raiz sepultada, como ocorreu no caso clínico apresentado.

Ajuste Oclusal

14:17

ANALISE DE BOLTON

05:09
11 - ANÁLISE DE BOLTON

O Tratamento Ortodôntico Antes Da ReabilitaçãO Oral Otimizando

04:00

Conduta do cirurgião-dentista na prevenção e tratamento da osteorradionecrose: revisão de literatura

07:26
Resumo:
A osteorradionecrose é uma séria complicação da radioterapia de cabeça e pescoço. Este artigo destaca a sua fisiopatologia, os seus principais fatores predisponentes e as suas características clínicas e radiográficas, além de discutir formas de prevenir sua ocorrência. Aborda, ainda, os tratamentos tradicionais da osteorradionecrose e as perspectivas futuras, enfatizando a importância da participação do cirurgião-dentista na equipe multidisciplinar
oncológica.