RISCOS DO PIERCING BUCAL

13:39
 O uso do piercing bucal, prática cada vez mais comum entre os jovens, oferece riscos para saúde .Mesmo com uma boa higiene bucal, os adeptos não estão livres de doenças, que pode variar de simples inflamações até casos mais graves, como o câncer. Segundo o estudo coordenado pelo Cirurgião- Dentista Artur Cerri, estomatologista da Universidade Santo Amaro (Unisa), biópsias realizadas na língua de 80 usuários de piercing mostram que , em 100% das pessoas, houve alterações histológicas.
A pesquisa durou um ano e foi concluída em abril de 2003.As pessoas avaliadas, a maioria homens na faixa dos 20 anos, usavam o piercing há dois anos e meio em média. Quanto mais tempo o usuário ficar com a jóia na boca, maior a chance de contrair doenças. "Houve ainda dois casos de virose oncogênica (vírus que leva ao câncer) pelo HPV no tecido aderido ao piercing".
Do ponto de vista intrabucal o piercing também pode provocar traumas dentais (trincas e fraturas), periodontopatias (retrações gengivais, bolsas periodontais, e inflamação das fibras periodontais com sensação de crescimento dentário associado à dor), halitose (mau hálito), feridas, alergias, infecções e inflamações locais.
A mucosa bucal é bastante sensível, ao contrário da pele, assim exige cuidados especiais por se muito mais vulnerável à lesões.
Uma das orientações atuais é o uso, como substituição do piercing bucal, o piercing dental, pode ser um cristal ou uma jóia de ouro ou pedra preciosa , colada ao dente com o uso de resina, que não danifica nem desgasta o esmalte, não necessita uso de anestésico, e pode se removido sem nenhum dano ao dente quando não houver mais interesse.

Referencia bibliográfica:
Cerri, Artur; Silva, Carlos Eduardo Ribeiro da; Santos, Plínio. "Estudos aponta riscos do piercing na língua", Jornal da A.P.C.D., junho de 2003. São Paulo, Brasil.

A boca e as doenças sexualmente transmissíveis.

09:47

Ao contrário do que muita gente pensa, sexo oral também é um caminho para contrair doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). E em alguns casos, uma DST oral pode ser até mais difícil de diagnosticar e tratar. O cirurgião-dentista pode reconhecer os sintomas orais de uma DST e instruir o paciente a procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico.
Segundo a literatura científica internacional, muitos pacientes sequer consideram sexo oral como um autêntico intercurso sexual. Uma pesquisa publicada no jornal da Academia de Odontologia Clínica Geral dos EUA em 2002 revela que 60% dos universitários entrevistados não consideravam o contato oral-genital como prática sexual. E mais de 55% dos adolescentes consultados admitiram praticar atos de sexo oral.
Noventa por cento dos que contraíram o componente oral de uma DST – como gonorréia – eram provavelmente assintomáticos (não apresentam sinais evidentes de contágio).
Os outros 10% exibiam sintomas como inflamação ou edema gengival e hemorragia. Estes sintomas lembram os sinais de outra doença, a dolorosa gengivite necrosante ulcerativa aguda (GUNA). Esta doença, ao contrário da gonorréia, tem um odor desagradável.
Alguns pacientes com manifestações orais de DSTs também apresentam sintomas parecidos com os de uma gripe. È possível ainda que uma DST possa permanecer assintomática na boca.
Segundo dados do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde referentes a 2003. a sífilis acomete 937.000 pessoas; gonorréia, 1.541.800; clamídia, 1.967.200; herpes genital, 640.900; e HPV, 685.400. Para reduzir o risco de contaminação através de sexo oral, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO Nacional) orienta os pacientes a seguir as instruções das autoridades de saúde: praticar sexo seguro e usar camisinha ou barreira de látex.

Tratamento mordida aberta anterior

16:26

Vídeo: Instalação de Mini-implante

12:27

Código de Ética Odontológica

10:03
Clique aqui para realizar download 

Odontologia Legal

06:20
A odontologia legal desempenha um papel fundamental no processo de identificação de uma pessoa morta cuja identidade é desconhecida. Os dentes são os órgãos mais duráveis do corpo,capazes de resistir a temperaturas de 1600ºC e permanecer praticamente intactos por muito tempo depois da decomposição ou incineração dos tecidos moles ou esqueléticos