Clareamento Interno

19:26
 Técnica de Clareamento Mediata
1º ato: Exame radiográfico da excelência do tratamento endodôntico;
2º ato: Escolha da cor do dente a ser clareado e da cor original dos dente do paciente;
3º ato: Abertura coronária, remoção do remanescente do teto da câmara pulpar e remoção da
dentina cariada, quando houver;
4º ato: Tomada das medidas para realização do “plug”;19
5º ato: Isolamento absoluto do campo operatório;
6º ato: Confecção do “plug”de cimento;
7º ato: Condicionamento ácido fosfórico à 37% por 15 segundos e lavagem por 30 segundos,
somente na primeira sessão;
8º ato: Curativo intracâmara pulpar (3 a 5 dias) com pasta de perborato de sódio + peróxido de
hidrogênio à 30%;
9º ato: Troca de curativo por 1 ou mais sessões (dependendo do caso);
10º ato: Repetição do tratamento semanalmente;
11º ato: Lavagem da câmara pulpar para limpeza do agente clareador;
12º ato: Curativo intracâmara pulpar com pasta do pó de hidróxido de cálcio mais água destilada ou
soro fisiológico, por 7 dias, e fechamento provisório da câmara pulpar;
13º ato: Remoção e limpeza da pasta de hidróxido de cálcio, restauração final

Programa Simulador 3D de Anatomia Dental

17:38
Programa direcionado a Estudantes de Odontologia, com este software de animação permite visualizar todos os dentes ângulos, faces e raízes dos dentes.




A psicologia da dor - Aspectos de interesse do cirurgião dentista

16:33
Cinara Maria Camparis   ( cinara@foar.unesp.br )
- Profa.Disciplina de Oclusão, Unesp-AraraquaraClaudinei Cardoso Júnior  ( ccardosojunior@aol.com )
- Clínico Geral

Os autores analisam os vários fatores que podem influenciar na percepção da dor pelo paciente. O modelo biopsicossocial deveria ser melhor compreendido pelos clínicos que se propõe a tratar estados mórbidos dolorosos na clínica diária.
1. INTRODUÇÃO
1.1. Definindo a dor   
   A definição mais completa para a dor, é a proposta pela Associação Internacional para o estudo da dor”: “uma experiência desagradável a qual nós primariamente associamos como dano tecidual ou descrevemos como dano tecidual ou ambos”. Reconhece essa definição que a dor é subjetiva e mais complexa que um elemento sensorial, e a experiência da dor envolve associações entre elementos da experiência sensorial e o estado aversivo provocado. A atribuição do significado dos eventos sensoriais desagradáveis é a parte intrínseca da experiência da dor. 8   
Dessa consideração resulta que as condições psicológicas da pessoa podem produzir a percepção da dor ou aumentar sua tolerância à estimulação dolorosa, mas normalmente isso não é suficiente para se eliminar a percepção da dor.5  

A expressão sociocultural do uso da chupeta – Enfoque epidemiológico

08:40


Isabel Cristina G. Leite  ( bel@ufjf.br )
- Pós graduada em Odontopediatria pela UFRJ
- Mestra em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública FIOCRUZ
- Profa. de Odontopediatria e Psicologia Aplicada na UFJF (MG)Maria Eugenia Tollendal
- Professora visitante UFJF coordenadora do Programa Prev-Ação

O hábito de sucção de chupeta por crianças de 3 a 7 anos, além de complicações de ordem estomatológica, carrega em si um complexo envolvimento psicológico e cultural. A abordagem e o método selecionado pelo cirurgião-dentista para eliminação deste hábito nocivo em seu paciente deverá levar em consideração estes diferentes aspectos, buscando, com isto, evitar transferências e, definitivamente, corrigir o vício.

INTRODUÇÃO
                        O exagerado uso da chupeta, extrapolando os limites toleráveis, leva a um evidente prejuízo físico e psíquico para a criança usuária. Este malefício é caracterizado não só pelas sequelas referentes à oclusão, como , especificamente, é grande o aumento do índice cariogênico, dos problemas periodontais, além dos aspectos psicológicos envolvidos.   
                        As disparidades sócio-culturais do uso da chupeta, bem como suas similaridades, destacam-se no “animismo” e  simbolismo que circunscrevem o próprio “ato cultural”em si.   
                        O primitivismo deste simbolismo merece destaque no que tange à projeção e à contextualização do uso da chupeta no espectro sócio-cultural. O condicionamento ambiental e cultural deste uso pode conduzir a novos riuais substitutivos ao longo da vida, tanto em seus aspectos públicos quanto privados, ultrapassando as fronteiras disciplinares de investigação e reflexão teórico-prática. Além disso, há de se considerar a manipulação econômica em torno do produto, sugerindo recepções diferentes da população em torno de seu “merchandising”.   
                        A pesquisa justificou-se pela sedimentação social de  uma verdadeira “cultura da chupeta”, evidenciada pelos múltiplos traços culturais a serem pesquisados. Destacou-se também que o uso prolongado da chupeta acarreta evidentes prejuízos para a saúde psicofisiológica de seu usuário. Este prejuízo é caracterizado não só pelas sequelas ocluso-anátomo-fisiológicas, como as ligadas especificamente à saúde bucal (cárie, periodontopatias..), mas também às áreas emocionais e afetivas, quando a chupeta é usada como substitutivo vicioso das múltiplas carências afetivas e nutricionais.   
                        A ausência quase total do tema na literatura (nesta abordagem holística) e o grande número de crianças portadoras deste vício, levam ao interesse pelo trabalho.   

A clorexidina como alternativa no tratamento de infecções endodônticas: revisão da literatura

16:03
RESUMO:
O objetivo deste estudo foi retratar a importância do uso da clorexidina associada a procedimentos mecânicos,   n o   t r a t a m e n t o   d e   i n f e c ç õ e s   d o s   c a n a i s radiculares. A clorexidina, em várias concentrações, tem sido usada na Endodontia tanto como solução irrigadora como medicação intracanal, apresentando bons resultados. Além disso, possui algumas vantagens em relação ao hipoclorito de sódio, tais como: baixa toxicidade, excelente ação antimicrobiana e substantividade, propagando sua ação por todo interior do canal radicular. Apesar disso, é pouco eficiente na dissolução de tecidos orgânicos, que represent a a princi- pal vantagem  do h i p o c l o r i t o   s o b r e   a clorexidina. Desse modo, concluiu-se que apesar do hipoclorito ser o irrigante de escolha e mais utilizado, a clorexidina é uma alternativa para o tratamento de infecções endodônticas.

Técnica Uso Limas Protaper Manual

15:47
S1, S2 e Sx - Terço Cervical e Médio
F1, F2 e F3 - Terço Apical em curvaturas suaves

-> S1, S2 , Sx, F1 e F2 (Convexo) tendo maior Resistência
-> F3, F4 e F5 (Concavo) tendo maior Flexibilidade

Ponta D0 - S1 0,17
Ponta D0 - S2 0,20


  • Sx-D14=1,2/D0=0,19
  • S1-D16=1,2/D0=0,17
  • S2-D16=1,2/D0=0,20
  • F1-D16=1,125/D0=0,20
  • F2-D16=1,120/D0=0,25
  • F3-D16=1,120/D0=0,30
  • F4-D16=1,14/D0=0,40
  • F5-D16=1,13/D0=0,50


TÉCNICA:

  1. Usar lima #10, 15 e 20 na altura do Forame
  2. Usar Gates - 4,3,2,1
  3. Logo apos Sx, S1 e S2
  4. Depois usar F1, F2 e F3
  5. Logo apos usar limas manuais #35 e 40 no CT
Obs. Sempre voltar a lima #10
Técnica usada pelos alunos Endodontia AFAL
Fonte