Programa Simulador 3D de Anatomia Dental

17:38
Programa direcionado a Estudantes de Odontologia, com este software de animação permite visualizar todos os dentes ângulos, faces e raízes dos dentes.




A psicologia da dor - Aspectos de interesse do cirurgião dentista

16:33
Cinara Maria Camparis   ( cinara@foar.unesp.br )
- Profa.Disciplina de Oclusão, Unesp-AraraquaraClaudinei Cardoso Júnior  ( ccardosojunior@aol.com )
- Clínico Geral

Os autores analisam os vários fatores que podem influenciar na percepção da dor pelo paciente. O modelo biopsicossocial deveria ser melhor compreendido pelos clínicos que se propõe a tratar estados mórbidos dolorosos na clínica diária.
1. INTRODUÇÃO
1.1. Definindo a dor   
   A definição mais completa para a dor, é a proposta pela Associação Internacional para o estudo da dor”: “uma experiência desagradável a qual nós primariamente associamos como dano tecidual ou descrevemos como dano tecidual ou ambos”. Reconhece essa definição que a dor é subjetiva e mais complexa que um elemento sensorial, e a experiência da dor envolve associações entre elementos da experiência sensorial e o estado aversivo provocado. A atribuição do significado dos eventos sensoriais desagradáveis é a parte intrínseca da experiência da dor. 8   
Dessa consideração resulta que as condições psicológicas da pessoa podem produzir a percepção da dor ou aumentar sua tolerância à estimulação dolorosa, mas normalmente isso não é suficiente para se eliminar a percepção da dor.5  

A expressão sociocultural do uso da chupeta – Enfoque epidemiológico

08:40


Isabel Cristina G. Leite  ( bel@ufjf.br )
- Pós graduada em Odontopediatria pela UFRJ
- Mestra em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública FIOCRUZ
- Profa. de Odontopediatria e Psicologia Aplicada na UFJF (MG)Maria Eugenia Tollendal
- Professora visitante UFJF coordenadora do Programa Prev-Ação

O hábito de sucção de chupeta por crianças de 3 a 7 anos, além de complicações de ordem estomatológica, carrega em si um complexo envolvimento psicológico e cultural. A abordagem e o método selecionado pelo cirurgião-dentista para eliminação deste hábito nocivo em seu paciente deverá levar em consideração estes diferentes aspectos, buscando, com isto, evitar transferências e, definitivamente, corrigir o vício.

INTRODUÇÃO
                        O exagerado uso da chupeta, extrapolando os limites toleráveis, leva a um evidente prejuízo físico e psíquico para a criança usuária. Este malefício é caracterizado não só pelas sequelas referentes à oclusão, como , especificamente, é grande o aumento do índice cariogênico, dos problemas periodontais, além dos aspectos psicológicos envolvidos.   
                        As disparidades sócio-culturais do uso da chupeta, bem como suas similaridades, destacam-se no “animismo” e  simbolismo que circunscrevem o próprio “ato cultural”em si.   
                        O primitivismo deste simbolismo merece destaque no que tange à projeção e à contextualização do uso da chupeta no espectro sócio-cultural. O condicionamento ambiental e cultural deste uso pode conduzir a novos riuais substitutivos ao longo da vida, tanto em seus aspectos públicos quanto privados, ultrapassando as fronteiras disciplinares de investigação e reflexão teórico-prática. Além disso, há de se considerar a manipulação econômica em torno do produto, sugerindo recepções diferentes da população em torno de seu “merchandising”.   
                        A pesquisa justificou-se pela sedimentação social de  uma verdadeira “cultura da chupeta”, evidenciada pelos múltiplos traços culturais a serem pesquisados. Destacou-se também que o uso prolongado da chupeta acarreta evidentes prejuízos para a saúde psicofisiológica de seu usuário. Este prejuízo é caracterizado não só pelas sequelas ocluso-anátomo-fisiológicas, como as ligadas especificamente à saúde bucal (cárie, periodontopatias..), mas também às áreas emocionais e afetivas, quando a chupeta é usada como substitutivo vicioso das múltiplas carências afetivas e nutricionais.   
                        A ausência quase total do tema na literatura (nesta abordagem holística) e o grande número de crianças portadoras deste vício, levam ao interesse pelo trabalho.   

A clorexidina como alternativa no tratamento de infecções endodônticas: revisão da literatura

16:03
RESUMO:
O objetivo deste estudo foi retratar a importância do uso da clorexidina associada a procedimentos mecânicos,   n o   t r a t a m e n t o   d e   i n f e c ç õ e s   d o s   c a n a i s radiculares. A clorexidina, em várias concentrações, tem sido usada na Endodontia tanto como solução irrigadora como medicação intracanal, apresentando bons resultados. Além disso, possui algumas vantagens em relação ao hipoclorito de sódio, tais como: baixa toxicidade, excelente ação antimicrobiana e substantividade, propagando sua ação por todo interior do canal radicular. Apesar disso, é pouco eficiente na dissolução de tecidos orgânicos, que represent a a princi- pal vantagem  do h i p o c l o r i t o   s o b r e   a clorexidina. Desse modo, concluiu-se que apesar do hipoclorito ser o irrigante de escolha e mais utilizado, a clorexidina é uma alternativa para o tratamento de infecções endodônticas.

Técnica Uso Limas Protaper Manual

15:47
S1, S2 e Sx - Terço Cervical e Médio
F1, F2 e F3 - Terço Apical em curvaturas suaves

-> S1, S2 , Sx, F1 e F2 (Convexo) tendo maior Resistência
-> F3, F4 e F5 (Concavo) tendo maior Flexibilidade

Ponta D0 - S1 0,17
Ponta D0 - S2 0,20


  • Sx-D14=1,2/D0=0,19
  • S1-D16=1,2/D0=0,17
  • S2-D16=1,2/D0=0,20
  • F1-D16=1,125/D0=0,20
  • F2-D16=1,120/D0=0,25
  • F3-D16=1,120/D0=0,30
  • F4-D16=1,14/D0=0,40
  • F5-D16=1,13/D0=0,50


TÉCNICA:

  1. Usar lima #10, 15 e 20 na altura do Forame
  2. Usar Gates - 4,3,2,1
  3. Logo apos Sx, S1 e S2
  4. Depois usar F1, F2 e F3
  5. Logo apos usar limas manuais #35 e 40 no CT
Obs. Sempre voltar a lima #10
Técnica usada pelos alunos Endodontia AFAL
Fonte

Características e Aplicações Clinicas do MTA

15:42
MTA:

  • Novo cimento propriedades fisico-quimicas e biologicas em diversas situaçoes clinicas.
  1. Biocompativel
  2. Indutor de dentinogênese
  3. Cementogênese
  4. Osteogênese
  5. hidrofílico 
  6. Radiopaco
  7. Detentor de ação Antimicrobiana
  8. Promotor de selamento marginal
Um material apresenta-se em pó branco ou cina de fácil manipulação composto basicamente por oxidos minerais e íons principalmente cálcio e fosfato.

Podendo ser utilizados também em:
  • Pulpotomias
  • Capeamentos pulpares diretos
  • Apicificaçoes
  • Apicigeneses
  • Perfuração radiculares
  • Perfuração de furca
  • Fraturas radiculares
Torabinejad, em 1995 descreveram as propriedades físicas e químicas do MTA. Seu pH apos manipulação é de 10,2 e apos 3h é de 12,5 permanecendo constante.